30.6.07

Internet + Trabalho = $$$$

Algumas pessoas já estão vivendo de "trabalho virtual". Hoje em dia procura-se idéias criativas para poder ser dono do próprio negócio, obter lucro e não precisar sair de casa para isso.

Existe há quase 4 anos, por exemplo, o SantaMail:site que envia cartinhas do Papai Noel para seu filho postadas direto do Polo Norte por 20 reais. Até hoje os caras já mandaram 200 mil cartinhas, ou seja, 4 milhões de reais faturados! E viva o Natal!

Outro exemplo é virar blogueiro profissional e ganhar dinheiro pelo conteúdo do Blog.
Nem precisa ser jornalista ou qualquer outra coisa para isso, é só se programar, estar sempre antenado e postando assuntos interessantes que os internautas procurem! Os mais famosos por aqui são: Contraditórium e Interney, é só clicar e dar uma olhada.

E tudo isso não pára por aqui, existem os "personal gamers" que passam seus conhecimentos de bom jogador para iniciantes, vender namoradas virtuais, vender cartuchos reciclados on-line, vender anúnciosm por pixel, criar nomes de domínios bacanas e vendê-los e por aí vai; os mais criativos saem na frente e ganham milhões!

Datas comemorativas impulsionam as vendas no primeiro semestre do ano no comércio eletrônico

O comércio eletrônico, assim como o varejo tradicional, no primeiro semestre do ano desfruta de duas datas importantes que impulsionam as vendas. A primeira delas é o Dia das Mães, comemorado entre 26 de abril e 12 de maio, considerado como o segundo Natal para o varejo. E a segunda é o Dia dos Namorados, celebrado entre 29 de maio e 12 de junho, que costuma gerar bons resultados para segmentos específicos do mercado como a venda de flores ou cosméticos.

No período referente ao Dia das Mães o comércio eletrônico superou a expectativa atingindo um crescimento de 63% em relação ao mesmo período de 2006 e faturou aproximadamente R$ 287 milhões.

Esse ano, além do volume de transações registradas ter sido alto, cerca de 944 mil pedidos somente nesse período, outro fator que contribuiu para o elevado crescimento do setor foi o aumento do tíquete médio, cerca de 6% maior do que em 2006. Os adeptos às compras virtuais gastaram em suas compras pela internet uma média de R$ 304, contra R$ 285 no ano passado.

O grande volume de produtos com alto valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores foi um dos principais responsáveis pelo melhor desempenho do segmento. Os produtos pertencentes à categoria Informática, como computadores e softwares, foram a grande surpresa de vendas nesse período. Em 2006, essa categoria ocupava o quinto lugar no ranking dos mais vendidos, com 8% das vendas e este ano subiu para o segundo lugar com 12% de representatividade.

"A redução de custos de componentes eletrônicos ocasionada pela valorização do real atrelada aos incentivos fiscais acabaram gerando grande demanda por produtos de informática e, consequentemente, levando esta categoria à vice-liderança em vendas no comércio eletrônico neste período", afirma o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Além dessa categoria, os aparelhos celulares também obtiveram grande destaque como opção na hora de presentear as mamães. As vendas de telefonia móvel passaram, em um ano, a ocupar o quinto lugar na lista dos produtos mais vendidos com 7% de participação nessa época. No ano passado, essa categoria ocupava o sétimo lugar na lista dos mais vendidos.

Apesar da procura por produtos mais característicos à data como Flores ou Perfumes e Cosméticos ser expressiva nessa época, esse ano não representou grandes mudanças com relação ao mesmo período do ano anterior.

Já no Dia dos Namorados, as vendas pela internet garantiram ao comércio eletrônico nacional um faturamento de R$ 227 milhões. Isto significa um crescimento de 47% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 153 milhões.

Em relação ao valor médio das compras, os casais gastaram com presentes cerca de R$ 287, um aumento de quase 2% em relação ao tíquete médio atingido em 2006.

No ranking dos produtos mais vendidos pela internet, a liderança ficou com a categoria de Livros representando 15% das vendas efetuadas no período entre 29/05 e 12/06. Além disso, conforme previsto, as categorias de Informática, Eletrônicos e Telefonia Celular mantiveram o destaque obtido no Dia das Mães ocupando o segundo (12%), terceiro (9%) e quarto (9%) lugar respectivamente na lista dos produtos mais vendidos.

Para Guasti, o Dia dos Namorados foi importante porque além de incrementar as vendas pela internet nesse período, a data comemorativa contribuiu também para aumentar ainda mais o faturamento do setor e aproximar-se da expectativa de fechamento para o primeiro semestre do ano. "O crescimento de 47% obtido com o Dia dos Namorados foi realmente bastante significativo se comparado com igual período de 2006, ainda mais se levarmos em conta que no ano passado, o comércio eletrônico contou também com a Copa do Mundo que impulsionou a venda de produtos de alto valor agregado como televisores e home theathers".

15.6.07

Empresário: cuide do conteúdo, não do design

Quer montar um site e não sabe por onde começar? Fique atento aos objetivos, público-alvo e principalmente ao conteúdo que será oferecido. Deixe o visual para os designers, que irão adaptá-lo às informações providas por você.

Você decidiu que é hora de fazer o site da sua empresa. Antes de sair pedindo orçamentos para agências ou “sobrinhos”, é preciso entender onde vai investir seu suado dinheirinho.

A internet é uma mídia diferente de qualquer outra e o principal motivo é o conteúdo, ou melhor, a forma como o conteúdo é apresentado. O que move a internet, desde sua criação até hoje, é a necessidade que as pessoas têm de divulgar e receber informações. Eis a palavra-chave: informação.

As pessoas acessam a internet em busca de informações. Preste atenção no verbo: acessar. Elas tomam a iniciativa e vão em busca do conteúdo que desejam. Ao contrário de outras mídias, onde o consumidor é um mero espectador, aqui ele está no comando e decide o que quer ver.

Quem visita um site se assemelha com quem visita uma loja: alguma coisa chamou a atenção e fez com que essa pessoa entrasse no local. É criada uma expectativa. Se essa expectativa for identificada e suprida, será feito um negócio (agora ou no futuro), senão é apenas mais uma visita.

O primeiro passo no planejamento de um site é a definição do objetivo. Por que o site existirá? Que tipo de pessoa o visitaria? Por qual motivo? Sem objetivos claros você não pode ter metas e sem metas, você não sabe se o investimento vale a pena ou não.

Todos acham que sabem quais são os objetivos e, por ser algo tão óbvio, não deve nem ser discutido, pois seria uma perda de tempo. Mentira.

Seguem algumas sugestões de objetivos:

- Apresentar sua empresa e seu trabalho (a escolha clássica)
- Aumentar as vendas de um produto/serviço específico
- Lançar um novo produto/serviço
- Melhorar o suporte técnico ou atendimento aos clientes
- Melhorar a imagem da empresa
- Abrir novos mercados em locais inexplorados
- Divulgar ações sociais
- Realizar venda on-line

Visitação e estrutura

É hora da segunda etapa: definir o público-alvo. Que tipo de pessoa usará o seu site? Qual a linguagem que agrada essas pessoas? Que tipo de informação as pessoas buscarão no seu site?

Conhecer o público-alvo é tão importante na web quanto em qualquer outra mídia. Apresentar o conteúdo que as pessoas procuram, da forma que elas desejam, é a diferença entre o sucesso e o fracasso de um projeto.

Tenha em mente que o site não será feito para você, mas para o cliente. Tome por base os seus clientes atuais. Não se preocupe com o visual, deixe isso para os designers. Concentre-se no conteúdo, pois isso ninguém pode fazer por você. Além do mais, o design deve se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.

Uso uma técnica chamada “Persona Design”. Basicamente ,é o seguinte: trace um perfil (Persona) dos seus clientes. O que eles gostam, o que eles não gostam, se são calmos ou apressados, se usam linguagem direta ou técnica etc.

Quando você terminar de criar os perfis, use-os para se colocar no lugar de um cliente. Você definiu alguns objetivos para o site, então é de se esperar que o visitante entre no site para atingir esses objetivos.

Agora, “incorpore” um perfil de cliente e um ou mais objetivos. Imagine que você entrou no site da sua empresa. O que você quer ver? Lembre-se, deixe o visual para os designers. Pense em “o quê” e não “como”. Qual a primeira informação que você deseja? Anote essa informação, ela pode se tornar uma seção, uma página, um link etc.

Depois que você encontrou a primeira informação, o que você quer saber em seguida? Que tipo de ferramenta ou recurso seria útil para você neste momento? O que você não quer ver de jeito nenhum?

Repita esse exercício algumas vezes, cada vez “interpretando” um perfil de cliente em busca de um objetivo. O resultado desse trabalho será o esboço da estrutura do site e da navegação. Claro que a técnica é mais complexa, mas se você usar o conceito acima, já terá grandes resultados.

Pode parecer que não fizemos muito, mas não se engane. Você acabou de montar a base do projeto. Existem quatro vozes que definem o futuro da sua empresa: o empresário (você), a empresa, o cliente e o mercado.
[Webinsider Por Sidney Benetti]

6.6.07

Vendas pela internet devem crescer 50% no Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados deve aquecer as vendas de presentes pela internet este ano. Segundo previsão da consultoria e-bit, os casais apaixonados devem ficar mais "mão-abertas" na hora das compras para a data e aumentar em 5% os gastos pelo comércio eletrônico - a média deve ser de R$ 296.

Além disso, o setor prevê vendas 50% maiores na data comemorativa em relação a 2006. Com isso, o faturamento deve chegar a R$ 230 milhões – no ano passado, foram R$ 153 milhões.

Os produtos de informática devem manter o destaque conquistado no período correspondente ao Dia das Mães, quando atingiu o segundo lugar representando 11% das vendas. Além disso, os produtos eletrônicos, como MP3 player e câmeras digitais, também devem continuar entre os mais vendidos. O mercado também espera crescimento significativo nas vendas de telefonia celular.

“O principal motivo para essa expectativa de vendas no setor continua sendo o aumento do número de e-consumidores", afirma Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit. A queda do dólar, que barateia as exportações, também é apontada como explicação para o aumento do consumo online.

Dia dos Namorados: paulistanos preferem pagar dívidas

75% dos entrevistados preferem liquidar suas dívidas a presentear o parceiro.
Valor médio dos presentes este ano deve ser de R$ 56.

O romantismo está em baixa em São Paulo. Segundo uma pesquisa da Fecomercio-SP, apenas 63% dos consumidores pretendem ir às compras para celebrar o próximo dia 12 de junho.

O Dia dos Namorados mais magro é resultado do alto endividamento do consumidor paulistano, que em maio chegou a 60%. De acordo com a pesquisa, 75% dos entrevistados preferem liquidar suas dívidas a presentear o parceiro.De acordo com a pesquisa, 72% dos homens estão dispostos a presentear no Dia dos Namorados, contra 54% das mulheres. Dentre as opções oferecidas no mercado, 32% escolheram peças de vestuário e calçados como forma de demonstrar seu afeto, enquanto 7% optaram por perfumes ou cosméticos e 5% presentearão com DVD's ou CD's.

R$ 2 a mais

O valor médio dos presentes este ano deve ser de R$ 56 - R$ 2 a mais que em 2006. De acordo com os consumidores entrevistados, 52% pretendem desembolsar mais de R$ 70 no presente, enquanto 21% dos consumidores gastarão até R$ 50.

A expectativa do comércio é de um discreto crescimento de 0,4% nas vendas da data, que é considerada a terceira melhor para o setor, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. No ano passado, o Dia dos Namorados registrou queda de 2,6% nas vendas.

O levantamento foi feito com 200 empresários e 960 consumidores do município de São Paulo entre os dias 01 e 04 de junho.

2.6.07

Software livre é bom começo para empreendedores

Economize na aquisição de licenças, compartilhe o código fonte, esteja sempre atualizado e use os aplicativos até mesmo para fins comerciais, ganhando dinheiro pelos serviços prestados.

Por Marcelo Tsuguio Okano

O setor de Tecnologia da Informação (TI) oferece várias opções para quem quer abrir o próprio negócio, seja como prestador de serviços ou empresário.

Em alguns casos, sobra competência técnica e espírito empreendedor para os candidatos, mas falta o capital ($$$) para dar início à empreitada, principalmente no caso dos mais jovens. Para começar um negócio em informática, por exemplo, é preciso adquirir instrumentos técnicos, peças de reposição e, logicamente, computadores.

O software livre pode ser uma boa opção para jovens empreendedores, pois, devido ao seu esquema de licenciamento de uso, pode ser distribuído sem custos. Um software é considerado livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários, conforme definidos pela Free Software Foundation (FSF):

    1) A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;

    2) A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

    3) A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo

    4) A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. O acesso ao código-fonte do programa é um pré-requisito para esse item. Para saber mais, acesse o site da FSF.

A liberdade de executar o programa significa que qualquer pessoa ― física ou jurídica ― pode utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a quaisquer restrições impostas pelo fornecedor.

Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuição) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso, a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do software.

Cada licença determina como será feito o fornecimento do código-fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados.

No caso da licença GPL (General Public License), o código-fonte deve ser disponibilizado em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia). Para outras informações, acesse a seção da GPL.

Essas liberdades que o software livre permite, associadas à licença GPL, tornam-se interessantes para os empreendedores porque não há custos. Em outras palavras, o prestador de serviços e o cliente não precisarão desembolsar dinheiro para licença ou compra do produto.

E mesmo assim, o prestador de serviços poderá cobrar pelos serviços prestados, tais como treinamento, suporte, instalação e customização de software livre, instalação de servidores e vários outros serviços. [Marcelo Tsuguio OkanoWebinsider]

UOL

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